Acontecem pelas palavras ambíguas. Aquelas que protestam, mas acompanham o seu inimigo mortal. Ditas de maneira rápida e que seguem lentamente a cada ouvido impreciso. Ou ainda, se propõe a clarear uma discussão de ideias e reage como combustível altamente inflamável.
Estampam a mais pura e inocente beleza de coisas esdrúxula. Feias e mais horrores. Escondem-se e colocam em evidências as convergências e deficiências alheias dos olhos estrábicos.
São geralmente, esquizofrênicas e serenas de plenitude mística de um mesmo coletivo em andamento. Preocupam-se em parecer humildes, mas carrega a grande sombra da empáfia de tudo isso e pouco mais. Ainda, soma valores, subtrai valores. Multiplica e divide-se em muitas faces confusas de um só enredo.
Tudo isso nos faz concluir que: o maior vilão não é aquele que se alto intitula por suas malvadezas profundas. Destrói e desconstrói uma realidade afim de seus desejos, apagam estrelas, queimam poemas e matam a esperança.
Nem o protagonista poliano que bilha em vitalidade e prolifera a bondade para as pessoas, aos veados que brincam no bosque e as borboletas que sobrevoam as flores perfumadas no campo a luz sol amarelo.
Contudo, culpemos os imparciais que aparecem inicialmente como figurantes, mas são os verdadeiros personagens antológicos. Não se assumem como antas, dizem sim e movimentam com a cabeça o não. Assim caracterizando o grande equívoco de sua própria existência. Protesto!
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quinta-feira, 12 de novembro de 2009
sábado, 17 de outubro de 2009
Carpos, metacarpos e dedos -Misi-èn-scene
Senhoras e senhores, respeitável público. Agora um dos dias que veio como flores, diante de todos aqueles outros que se foi com o vento. E são mais que encanto no canto de criança ou mesmo na saudação de um herói.
Diante das mãos, estão muitas faces. O que carregam? Verdades, uma centena delas. A representação suja e exposta contra luz. Minutos antes, confundem-se todos os pensamentos escusos, secreções e demais dejetos. Não há como voltar, já somos sombras de um imenso palco.
O toque minucioso ao fundo em outra língua embala para que todos se proclamem espectadores. Entre tudo que as mãos se apóiam, os dedos envolvem e as palmas asseguram.
Diante das mãos, estão muitas faces. O que carregam? Verdades, uma centena delas. A representação suja e exposta contra luz. Minutos antes, confundem-se todos os pensamentos escusos, secreções e demais dejetos. Não há como voltar, já somos sombras de um imenso palco.
O toque minucioso ao fundo em outra língua embala para que todos se proclamem espectadores. Entre tudo que as mãos se apóiam, os dedos envolvem e as palmas asseguram.
sábado, 4 de julho de 2009
O BANDO

As cortinas se abrem. O canhão de luz ao centro. O som inicia a maquinar aos ouvidos culpados. Andam juntos, seus olhares mostram a conivência entre si. Movimentos tortos seguem em meio à maquiagem colada no rosto e esboçada pela pressa da rotina.
Todos seguem aleatoriamente a apontar de maneira grotesca a realidade cega pelo tempo rápido. A vida só pára quando algo realmente atropela o espelho. A dúvida paira pelo ar. Qual o assunto que mais lhe interessa? Além da vida in vitro feita nas coxas e vivida ás pressas? O homem sem entender, volta ao automático aplaudindo de pé. De resto, tudo se congela até que se fecham as cortinas.
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