Ele acendeu-se o dia
então abriu o céu com você
Teve tempo de molhar os punhos
e coragem para secar os olhos.
- Por que choveu o rio e secou o dia?
(Vanguart)
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quinta-feira, 21 de outubro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Fuga nº 02

É assim que vão embora? Como as cores daquela roupa que desbotaram, as chaves que se perderam pelas ruas à fora, as poesias que não rimam. De repente! Como cartas sem remetente guardadas na gaveta, ideias despretensiosas e passageiras, como o correr de um único minuto, breve e que o longínquo passado rouba-o pra si. Talvez, como o despertar de um dia especial marcado no calendário, ainda, como o retrato tirado neste mesmo dia. Como um orgasmo marcante e casual, como os outros pecados perfeitos que se escondem na carne. Um simples déjà vu entre dois estranhos que se encontram pela primeira vez e são tomados pela sensação de já se conhecerem a tempos.
É assim que sentimentos mudam e acabam? Flores murcham, noites padecem. De repente! A liberdade que segue com os trilhos da estação. Chuvas cessam e dias nascem. Como um suspiro aliviado ou como um ofegante susto! Como a tragédia que você sempre chora mesmo depois de ter visto muitas vezes. Como o meio fio que se perde no subliminar detalhe, como um quase certo ou meio errado, certeza e contradição.
Neste momento, é assim que tudo se define, se ocupa e vai brevemente... Adeus!
É assim que sentimentos mudam e acabam? Flores murcham, noites padecem. De repente! A liberdade que segue com os trilhos da estação. Chuvas cessam e dias nascem. Como um suspiro aliviado ou como um ofegante susto! Como a tragédia que você sempre chora mesmo depois de ter visto muitas vezes. Como o meio fio que se perde no subliminar detalhe, como um quase certo ou meio errado, certeza e contradição.
Neste momento, é assim que tudo se define, se ocupa e vai brevemente... Adeus!
http://palavravulsa.tumblr.com/post/1186162523/eu-sei-que-quando-anoitece-nos-teus-sonhos-tambem
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
decifra-me

Ela que diferente de tantas outras, em frente ao espelho, batom vermelho, o salto alto e as curvas à mostra. Nua. Nua de amor.Tudo que conhecia era o prazer, corpo. Só.
Tantos viram seus olhos estreitos, tantos lhe escreveram poemas. Os que dançaram tango até as 03h 41 min da manhã. Os que lhe pagaram drinques e juraram amor eterno. A esses que nem o nome sabia. Carlos, João, Antônio...Não se importava com números. A cada um fazia-se única, era mais que casualidade. Havia estado em varios mundos, porém ninguém decifrava o seu.
Tantos viram seus olhos estreitos, tantos lhe escreveram poemas. Os que dançaram tango até as 03h 41 min da manhã. Os que lhe pagaram drinques e juraram amor eterno. A esses que nem o nome sabia. Carlos, João, Antônio...Não se importava com números. A cada um fazia-se única, era mais que casualidade. Havia estado em varios mundos, porém ninguém decifrava o seu.
rapta-me
me adapte-me
me capta-me
it´s up to me
coração
ser querer ser
merecer ser
um camaleão
rapta-me camaleoa
adapte-me ao seu
ne me quitte pas...
Caetano
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segunda-feira, 2 de agosto de 2010
bird
você é isso
estrela matutina
luz que descortina
um mundo encantador
estrela matutina
luz que descortina
um mundo encantador
uma beleza imensa
toda recompensa de amor sem fim
(...)
Eu ouvi um cantar.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Cinema Paradiso
sábado, 17 de outubro de 2009
Uns Versos

Quem disse que a palavra perde-se no tempo?
Que o tempo consome memória?
Que a memória não é escrita?
Mais 365 dias.
Uns Versos
Na TV o clipe da Amy
Sob a estante aquele retrato
Amigos, meus amores
E tudo são flores!
Sou prisioneiro do itinerário
De guichê de restaurante,
De poltrona de cinema
E Sarau de Português
Um dia, cinco anos e algumas vidas passadas
O relógio já representa mais
Que a contagem cíclica do tempo
Amor não se conta.
Amor se vive
Eu vivo,
Nós vivemos.
[Outubro, 2008]
Que o tempo consome memória?
Que a memória não é escrita?
Mais 365 dias.
Uns Versos
Na TV o clipe da Amy
Sob a estante aquele retrato
Amigos, meus amores
E tudo são flores!
Sou prisioneiro do itinerário
De guichê de restaurante,
De poltrona de cinema
E Sarau de Português
Um dia, cinco anos e algumas vidas passadas
O relógio já representa mais
Que a contagem cíclica do tempo
Amor não se conta.
Amor se vive
Eu vivo,
Nós vivemos.
[Outubro, 2008]
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